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MiG-21

Mikoyan-Gurevich MiG-21 (em russo: Микоян и Гуревич МиГ-21, designação da OTAN: Fishbed) - é um caça, originalmente construído pela Mikoyan e Gurevich Design Bureau na União Soviética. Foram produzidos aproximadamente 10.000 exemplares de seus muitos variantes.[1] É o segundo avião militar mais produzido depois da Segunda Guerra Mundial, depois do Lockheed C-130 Hercules

Desenvolvimento

O primeiro protótipo com asa delta (nomeado Ye-4, também conhecido como E-4) fez seu primeiro voô em 14 de Junho de 1956, e em 1959 os Mig-21 entraram em serviço.


História Operacional

O MiG-21 esteve em ação frequente na Guerra do Vietnã e foi um dos aviões mais avançados do seu tempo. Porém, muitos pilotos do Vietnã do Norte preferiam pilotar o MiG-17, devido ao "peso das asas" nos MiG-21. Com um peso grande nas asas, o MiG-21 não era tão ágil ou manobrável como o Mig-17. Tendo suas asas em delta, foi o primeiro avião soviético que servia tanto como caça quanto como interceptador. Era um avião leve, chegando até Mach 2 usando um motor de pós-combustão relativamente fraco, sendo comparável ao americano F-104 Starfighter e ao francês Dassault Mirage III.

Também foi usado extensivamente nos conflitos no Oriente Médio durante os anos de 60 e 70, pelas forças aéreas do Egito, Síria e Iraque contra Israel. Esse avião era inferior ao F-15 Eagle que foi comprado por Israel nos anos 70. A força aérea indiana foi um dos maiores usuários deste avião depois de ser usado na Guerra Indo-Paquistanesa com bons resultados. Essa guerra testemunhou o primeiro combate aéreo supersônico quando um MiG-21 derrubou um F-104 Starfighter.

Esses caças foram usados no começo da Invasão soviética do Afeganistão mas logo foram substituídos,naquele conflito, pelos novos MiG-23 e MiG-27.

Devido a falta de informação, detalhes do MiG-21 eram frequentemente confundidos com os caças similares Sukhoi em desenvolvimento.

Atualmente calcula-se que existam 1500 Mig-21 e F-7(versão chinesa dessa aeronave) em serviço em várias partes do mundo.Algumas de suas qualidades, como alta velocidade ascencional, rápida aceleração,rusticidade, agilidade e fácil manutenção ,atreladas a uma devida modernização de aviônica,ainda fazem-no uma ferramenta útil mesmo nos dias atuais.

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A-7 Corsair II

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F-4J PHANTOM




O F4H Phantom II ("F-4 Phantom" após 1962) é um caça-bombardeiro supersônico de um lugar nas versôes A,B,C,D,E e dois no resto.longo alcance, operacional em todas as condições meteorológicas originalmente construído pela McDonnell Douglas Corporation (originalmente pela McDonnell Aircraft Corporation). Foi operado pelas Marinha e Força Aérea dos EUA, entre 1961 e 1995. Também foi usado muito em combate pela Força Aérea Israelense, inclusive com grande sucesso em batalhas contra caças inimigos (apesar de ser basicamente uma aéronave de bombardeio), sendo retirado de serviço no ano de 2004. Ainda é utilizado noutros países. As suas missões principais são: intercepção de longo alcance e alta altitude, utilizando mísseis ar-ar; missões de ataque de longo alcance utilizando armamento convencional ou nuclear; missões de apoio aéreo próximo utilizando bombas rockets ou mísseis. Foi um dos poucos modelos de avião a ser utilizado na Marinha, nos Marines e na Força Aérea dos EUA. Foi um dos aviões com maior período de utilização no pós-guerra.
O primeiro vôo ocorreu em 27 de Maio de 1958, tendo o avião sido inicialmente desenvolvido para defesa de frota para a Marinha dos EUA. A produção terminou em 1979 após a construção de mais de 5.000 unidades -- mais de 2.800 para a Força Aérea, cerca de 1.200 para a Marinha e os Marines e o resto para outros países.
O F4 Phantom II foi um avião projetado numa época em que se acreditava francamente no poder das armas teleguiadas. Pois naquela época, havia uma corrente de pensamento em que se cria que os combates aéreos não mais existiriam. Dispensando assim, a necessidade de aeronaves ágeis e, principalmente com armas de curto alcançe, tais como metralhadoras e canhões. De forma que, ele foi projetado para ser um interceptador puro cuja finalidade era, como o próprio nome sugere, interceptar e derrubar as possiveis ameaças soviéticas aos portas aviões da Marinha Norte-Americana (USN). Mas as coisas não aconteceram exatamente como os militares previram. Primeiro que a tecnologia da época, não conseguia tanta precisão assim e; segundo: faltou combinar com os inimigos de plantão da época para deixar que os seus aviões ficassem parados numa posição francamente favorável aos tiros de misseis.


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Su 30 MKI




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Northrop F-5 E Tiger II




O Northrop F-5E Tiger II é um caça tático de defesa aérea e ataque ao solo. O F-5E (versão mais potente do F-5A Freedom Fighter) tornou-se um dos aviões mais operados no mundo. A variante original F-5A foi testada em combate no Vietnã, no Programa Skoshi Tiger. O F-5E é extremamente manobrável e rápido, constituindo-se um excelente avião para combates aéreos.
Recentemente, a FAB (Força Aérea Brasileira) deu início a um programa de aquisição e modernização de seus F-5E que passarão para o padrão F-5EM. A revitalização dos 47 caças, deverá custar em torno de US$ 285 milhões. O motor e célula dos aviões permanecerão os mesmos, mas a sua eletrônica (HUD, radar e painel de controle) serão extremamente modificados.
Atualmente, foram comemorados os 30 anos de serviço da aeronave na Força Aérea Brasileira, sendo que um exemplar recebeu uma pintura comemorativa especial, representando um tigre.


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F-14/A Tomcat






Após o cancelamento do problemático F-111B, a USN ficou na desconfortável posição de não ter um substituto para o F-4 Phantom II. A Grumman já havia destinado muitos esforços ao F-111B e usou tal experiência num novo avião de geometria variável das asas (Model G-303), selecionado em janeiro de 1969. Tal projeto resultou no F-14 que até hoje, após mais de 25 anos, ainda é um grande caça.
O F-14 foi desenvolvido para substituir o F-111B da General Dynamics, uma versão naval do avião de intervenção táctica da Força Aérea dos Estados Unidos. Orientado para a protecção aérea da frota, o F-111B provou ser pouco manobrável, pesado e, no geral, mal concebido para operações baseadas em porta-aviões, o que levou ao seu cancelamento em 1968.
O Tomcat foi considerado como um caça de superioridade aérea e interceptador sem compromisso, encarregado da defesa dos grupos navais contra os aviões da Marinha Soviética armados com mísseis de cruzeiro. Estava equipado com o radar de longo alcance Hughes AN/AWG-9 originalmente desenvolvido para o F-111B, capaz de detectar alvos do tamanho de bombas a distâncias além dos 160 km (100 milhas), conseguindo perseguir 24 alvos e atacar 6 em simultâneo. De origem, o armamento primário do F-14 era o míssil AIM-54 Phoenix, capaz de focar um alvo até 200 km (120 milhas), embora este tenha sido retirado do serviço a 30 de Setembro de 2004. O F-14 era o único avião a carregar esta arma, que foi desenhada como parte integral do sistema bélico do Tomcat. Armamento de médio alcance é garantida pelo AIM-7 Sparrow de radar semi-activo, apoiado por mísseis guiados por infravermelhos AIM-9 Sidewinder e uma única metralhadora M-61 Vulcan de 20mm para combate cerrado. O F-14 foi concebido com alguma capacidade de combate ar-terra, embora esta vertente não tenha sido explorada até o final da sua carreira; Os Tomcats são agora equipados com o sistema de detecção de alvo LANTIRN para poderem tirar partido das bombas guiadas por laser e outras armas de precisão. Alguns F-14 são também equipados com o sistema TARPS (do inglês Tactical Air Reconnaissance Pod System), constituindo assim a única plataforma de reconhecimento táctico da Marinha.
O único país além dos EUA a utilizar o F-14 é o Irã, quando em 1976 começou a receber as primeiras aeronaves de um total de 80 encomendadas - juntamente com 424 AIM-54A Phoenix - para fazer frente aos velozes MiG-25 Foxbat da URSS que faziam freqüentes incursões em espaço aéreo iraniano. Dos 80 encomendados, 79 F-14 foram entregues juntamente com 270 Phoenix, a última entrega foi cancelada em virtude da Revolução Islâmica no Irã, pois ocasionou o rompimento das relações entre os dois países. Mesmo com grande dificuldade para mantê-los voando, estima-se que a Força Aérea Iraniana possua cerca de 30 aviões em condições de voar. Os F-14 iranianos desempenharam um papel importante na guerra Irã X Iraque, abatendo mais de 30 aviões inimigos.
A Marinha dos Estados Unidos está retirando todos os F-14 de serviço, e em seu lugar, foi substituído pelos F/A-18E Super Hornet em todos os esquadrões da USN. O principal motivo da retirada de serviço é o elevado custo de manutenção, sendo que para cada hora de vôo gasta-se até 50 horas de manutenção, contra 5 a 10 horas do Super Hornet.
F-14s em Ficção


Filme Top Gun (1986), interpretado por Tom Cruise
Filme Final Countdown (1986), Lançado no Brasil com o nome de "o Nimitz Volta do Inferno"


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F-16C




Desde os primórdios o F-16 foi concebido como um cavalo de batalha de baixo custo, que pudesse realizar vários tipos de missão e manter disponibilidade pontual. É muito mais simples e leve que os seus predecessores, mas usa aerodinâmica e aviónica eletrônicas, (incluindo a primeira utilização do vôo fly-by-wire, conseguindo a alcunha de "jacto electrónico"") para manter a boa performance.
Basicamente é isto que o distingue dos predecessores, muitos dos quais não foram concebidos para operar em todas as condições atmosféricas. Diferentemente dos demais caças, que apresentavam características de emprego específico, como por exemplo o F-104, que era demasiado dispendioso, e outros, feitos para operações exclusivas em porta-aviões, a exemplo do (F-14).
Embora o nome popular oficial do F-16 seja "Fighting Falcon" também é referido como "Viper", o nome de código da General Dynamics para o projecto durante a fase de concepção.
O F-16 é pequeno e ágil, navegando com o piloto sentado acima da fuselagem. Esta particularidade oferece ao piloto óptima visibilidade, uma vantagem crucial em combate aéreo. Para tal, o F-16 dispõe de um canhão M61 Vulcan, e pode ser equipado com mísseis ar-ar. No entanto, o F-16 foi concebido também para combate ar-terra, como suporte às forças terrestres, se necessário. Para o efeito pode ser equipado com uma vasta gama de mísseis ou bombas.
O F-16 advém de uma série de especificações do Departamento de Defesa dos Estados Unidos emitidas a 1974. Duas companhias foram escolhidas durante a fase de concepção: a General Dynamics com o desenho do YF-16 e a Northrop com o desenho do YF-17 Cobra. O F-16 foi o protótipo escolhido, apresentando performances superiores à comissão de avaliação; A Marinha dos Estados Unidos decidiu evoluir o desenho do YF-17 para o F/A-18 e, mais recentemente, para o F/A-18E/F, devido às provas de fiabilidade dos motores gémeos, que é considerado vital para operações baseadas na Marinha.
Não existem mais F-16 A/B em atividade na Força Aérea dos Estados Unidos, apenas F-16 C/D (738 aeronaves em outubro de 2006 sem contar a Guarda Nacional). O F-16 C/D é uma aeronave numericamente importante e ativamente empregada pela Força Aérea dos Estados Unidos.
Em teoria, novas encomendas ainda poderiam ser feitas, mas, na prática, esta mostra pouco interesse pela grande quantidade de F-16 que se encontram na reserva no AMARC (mais de 300 unidades) e esta ainda aguarda a entrega do novo F-35 Lightning II. Basicamente, a linha de produção do F-16 tem sido mantida pelas encomendas externas. O que demonstra o sucesso do programa ativo e a aeronave em produção por trinta anos.


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Sea Harrier FRS.MK! Remasterizado!!!!





O Sea Harrier da BAE Systems é caça, de defesa e intervenção de base móvel (geralmente marítima). Foi o primeiro avião a jacto do mundo a decolar e a aterrar verticalmente e foi criado para a Marinha Britânica (RAF) a partir do Hawker Siddeley Harrier. Integrou a RAF em Abril de 1980 como Sea Harrier FRS1. A última versão foi o Sea Harrier FA2. Conhecido informalmente como "Shar", o Sea Harrier foi retirado do serviço na RAF em Marco de 2006[1], sendo substituído pelo Harrier GR9.


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F-117A Stealt


O F-117A Nighthawk da Força Aérea dos Estados Unidos da América é o primeiro avião no mundo dotado de tecnologia de camuflagem (stealth, em inglês) a baixa altitude. É o descendente directo do programa prototipal Have Blue.



Prévia ao seu batismo com o nome oficial, os engenheiros e pilotos de testes referiam-se a este avião, que seria escondido da luz do dia para evitar os satélites Soviéticos, como "Barata", por vezes ainda usado.
Outra alcunha muito utilizada é "Wobblin' Goblin", devido à instabilidade do avião a velocidades reduzidas, especialmente durante reabastecimentos aéreos.


A aprovação para a produção do F-117A foi emitida em 1978 com um contrato atribuído à Lockheed Advanced Development Projects, em Burbank na Califórnia, como um projecto de alto sigilo. O primeiro vôo foi realizado em 1981, apenas 31 meses após a decisão da produção em massa. O primeiro F-117A saiu em 1982 e a sua capacidade operacional estabelecida em Outubro de 1983. O último avião seria entregue no Verão de 1990. A Força Aérea dos EUA negou a sua existência até 1988 e, em Abril de 1990, um exemplo foi exibido em público na Base Aérea de Nellis, em Nevada, atraindo dezenas de milhares de espectadores.


O F-117 tem sido utilizado várias vezes em guerras modernas. A sua primeira missão real foi no Panamá, na Operação Justa Causa, em 1989. Durante a invasão, o F-117 largou duas bombas na base de Rio Hato. Mais tarde, durante a Guerra do Golfo, largou bombas inteligentes em alvos iraquianos. Tem sido utilizado, desde então, na Guerra do Kosovo em 1999, no Afeganistão e na Invasão do Iraque.


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Embraer Super Tucano



O Embraer EMB-314 Super Tucano é uma aeronave turboélice leve de ataque e treinamento avançado, que incorpora os últimos avanços em aviônicos e armamentos. Concebido para atender aos requisitos operacionais da Força Aérea Brasileira (FAB), para uma aeronave de ataque tático, capaz de operar na Amazônia brasileira em proveito do projeto SIPAM / SIVAM, e de treinador inicial para pilotos de caça.


Histórico de desenvolvimento


Partindo de seu modelo de treinamento EMB-312G1, inicialmente projetado para a Real Força Aérea britânica (RAF), que conta com uma série de modificações para com o Tucano básico, a Embraer começou a estudar uma nova aeronave turboélice, que atendesse ao interesse crescente de um mercado de treinadores de alto desempenho, no qual veio a culminar no modelo EMB-312H ou Tucano H (H de Helicopter Killer ou caça-helicópteros, denominado assim por poder operar a baixa altura, caçando helicópteros).
A partir do começo dos anos 90, esse trabalho ganhou um novo impulso quando os norte-americanos lançam o programa JPATS (Joint Primary Aircraft Training System), um requerimento conjunto da Força Aérea (USAF) e Marinha (US Navy), visando substituir seus treinadores em uso. Para isso, a Embraer se associou à empresa Northrop Grumman, sendo desenvolvido um protótipo demonstrador de conceito, o Tucano POC (Proof Of Concept), mas este veio a ser superado pelo Raytheon T-6 Texan II, versão fabricada sob licença do Pilatus PC-9.
Na mesma época, outro programa do qual participou foi o canadense NFTC (NATO Flight Training in Canada), um programa que buscava selecionar uma aeronave turboélice, e uma a jato, para a formação dos novos pilotos da OTAN. Novamente confrontado com o T-6 Texan II, foi desclassificado no final, sendo declarados vencedores o Raytheon T-6 Texan II e o jato BAe Hawk.
Apesar dos reveses sofridos nos programas do qual participou, a Embraer continuou desenvolvendo sua aeronave - até então, essencialmente, um treinador - para a aeronave de ataque da qual se tornaria mais tarde.


Aviônicos e armamentos


O EMB-314 Super Tucano conta com moderna aviônica digital., painel composto por duas telas CMFD (Colored Multi-Function Display), um HUD (Head-Up Display) e um UFCP (Up-Front Control Panel), além da tecnologia HOTAS (Hands On Throttle And Stick), que permite ao piloto conduzir todas as fases de voo sem retirar as mãos dos comandos da aeronave.
Iluminação da cabina compatível com o emprego de NVG (Night Vision Goggles); sensor FLIR (Forward Looking InfraRed); sistema de navegação integrado INS / GPS; sistema de comunicações de rádio com criptografia de dados datalink, que possibilita o envio e o recebimento de dados entre aeronaves e equipamentos em terra, em modo seguro.
A cabina do piloto recebeu blindagem capaz de resistir a projéteis de até 12,7 mm; duas metralhadoras de 12,7 mm instaladas internamente nas asas; cinco pontos para até 1.550 kg de cargas externas, capazes de reconhecer o tipo de armamento colocado nessas estações; provisões para amplo leque de armamentos alojados em pods, bombas convencionais e inteligentes, mísseis ar-superfície e ar-ar de curto alcance, podendo este, ser apontado pelo HMD (Helmet Mounted Display).


Especificações
Dimensões
Envergadura: 11,14 m
Comprimento: 11,30 m
Altura: 3,97 m
Pesos
Vazio: 3.200 kg
Máximo de decolagem: 5.400 kg
Carga de combate máxima: 1.550 kg (cargas externas/munições)
Tripulação: 1 piloto no monoposto ou 2 (1 piloto + 1 operador de sistemas/aluno) no biposto
Desempenho
Velocidade máxima nivelada: 590 km/h (limpo)
Velocidade de cruzeiro: 520 km/h
Velocidade de estol: 148 km/h
Alcance de traslado: 1.445 km (combustível interno) e 2.855 km (com tanques externos)
Teto de serviço: 10.665 m
Autonomia: 3,4 h (combustível interno) e 8,4 h (com tanques externos)
Raio de combate: 550 km (Hi-Lo-Hi)
Distância de decolagem / pouso: 900 m / 860 m
Estrutura
Fatores de carga: +7 G / -3,5 G
Pressurização: 5 psi
Vida de fadiga: 12.000 h (combate típico) e 18.000 h (treinamento típico)
Parabrisa: Resistente ao impacto de pássaros de 1,8 kg a 555 km/h
Armamentos
Metralhadoras: (2x) FN Herstal M3P de 12,7 mm (.50 in) (internas nas asas)
Canhões: (1x) pod de canhão de 20 mm (sob a fuselagem)
Foguetes: (4x) pods de lança-foguetes de 70 mm
Bombas: Mk 81 ou Mk 82 (emprego geral); BLG-252 (lança-granadas); Lizard ou Griffin (guiadas por laser)
Mísseis ar-ar: (2x) AIM-9L; MAA-1 Piranha (homologado); Python 3 ou Python 4
Mísseis ar-superfície: (2x) AGM-65
Estações de armas: possui um total de 5 pontos (dois em cada asa e um sob a fuselagem)
Propulsão
Motor: 1 turboélice Pratt & Whitney Canada PT6A-68C de 1.600 shp de potência, controlado por computador FADEC (Full Authority Digital Engine Control)
Hélice: 1 hélice Hartzell pentapá de 2,38 m de diâmetro
[editar]Sistemas e equipamentos
Cabina blindada
CMFD / HUD / UFCP / HOTAS
OBOGS (sistema de geração de oxigênio)
Rádio V/UHF M3AR Série 6000 (sistema datalink de transmissão e recepção de dados seguro)
FLIR AN/AAQ-22 StarSAFIRE II (sensor ótico e infravermelho)
NVG ANVIS-9 (óculos de visão noturna)
CCIP / CCRP / CCIL / DTOS (sistemas de controle de tiro)
HMD (visor montado no capacete) (opcional)
Laser Range Finder (telêmetro laser) (opcional)
Chaff & flare (sistema de autodefesa) (opcional)
Sistema de treinamento virtual de armamentos e sensores
Câmara e gravador de vídeo digital
Stormscope WX-1000E (sistema de mapeamento meteorológico)
INS / GPS (sistema integrado de navegação)
Piloto automático
Assento ejetável Martin Baker Mk 10LCX zero/zero
Freio de mergulho
Ar condicionado
Farol de busca


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Mig 29 Fulcrum




O Mikoyan MiG-29 (nome de código da NATO Fulcrum ) é um caça utilizado em combate aéreo avançado. Desenvolvido no início da década de 1970, entrou ao serviço da União Soviética em 1983 e manteve-se operacional até aos dias de hoje na Força Aérea Russa, bem como nos países para onde foi exportado.
A concepção do MiG-29, tal como o Su-27 Flanker da Sukhoi, iniciou-se em 1969, quando a União Soviética se apercebeu do programa 'FX' da Força Aérea dos Estados Unidos, que iria culminar na produção do F-15 Eagle. Ainda antes do desenvolvimento deste avião, os soviéticos aperceberam-se que os novos caças iriam representar avanços significativos em termos tecnológicos, comparativamente aos caças existentes. O MiG-21 Fishbed mostrava-se até então ágil, segundo os padrões da época, embora o seu tamanho inserisse deficiências no alcance, armamento e potencial de expansão. O MiG-23 Flogger, desenvolvido para equiparar o F-4 Phantom II, era rápido e dispunha de mais espaço para equipamento e combustível, mas a manobralidade e capacidade de combate directo (dog fighting) mostrava-se deficiente. Os soviéticos careciam, assim, de um caça mais equilibrado, concentrando mais agilidade e sistemas sofisticados.


Historial de combate


Apesar das suas virtudes aparentes, o MiG-29 não foi tão bem sucedido em combate real. Voou em combate na Guerra do Golfo, sobre a Sérvia, e no conflicto Eritreia-Etiópia em 1999. Pelo menos uma dúzia foram atingidos, sem registo de victórias. Alguns técnicos consideram estes valores reveladores das deficiências do MiG-29, embora seja talvez mais preciso salientar que estas falhas revelam que, na guerra aérea actual, as tácticas, o treino dos pilotos, o armamento, e o sistema técnico envolvido (aviónica, guerra electrónica, AWACS, e abastecimento), devam ser considerados como os elementos cruciais no desempenho, e não as qualidades do próprio avião. No ambiente hostil do Iraque e Sérvia, os EUA tomaram a iniciativa e asseguraram a sua superioridade aérea desde muito cedo, restando poucas hipóteses aos MiG-29s de responder. No entanto, algumas análises de potencial, quando comparados paralelamente, indicam que o MiG-29 pode ser equiparado ao F-15 Eagle.


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Mig-21


Mikoyan-Gurevich MiG-21 (em russo: Микоян и Гуревич МиГ-21, designação da OTAN: Fishbed) - é um caça, originalmente construído pela Mikoyan e Gurevich Design Bureau na União Soviética. Foram produzidos aproximadamente 10.000 exemplares de seus muitos variantes.[1] É o segundo avião militar mais produzido depois da Segunda Guerra Mundial, depois do Lockheed C-130 Hercules.
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A-10 Thunderbolt II


O A/OA-10 Thunderbolt II foi o primeiro avião norte-americano de combate produzido especialmente para suporte aéreo próximo de forças terrestres. Este caça tem uma excelente maneabilidade a baixas altitudes e velocidades, consitindo numa plataforma de ataque com uma óptima fiabilidade, podendo atacar alvos terrestres como edifícios, Carro de combate, infantaria ou outros veículos.
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F-111E AARDVARK


A Fuinha: O General Dynamics F-111 é um caça-bombardeiro tático capaz de velocidades supersônicas. Ele pode operar em altitudes de mais de 60.000 ft (18.200 m). Suas asas de geometria variável permitem ao piloto voar bem devagar durante a aproximação para a pista ou com velocidades de duas vezes a do som em grandes altitudes. Elas variam de 16 graus (na abertura máxima) a 72.5 graus (no maior enflechamento). A tripulação de dois membros senta lado a lado em uma cabine pressiurizada que serve como veículo de escape em situações de emergência. Ao invés do uso de assentos ejetáveis, toda a cabine é lançada. O módulo desceria de pára-quedas e air-bags seriam inflados na parte de baixo da capsula, para amenizar a queda e faze-la flutuar sobre a água. O F-111 pode carregar tanto armamento convencional como artefatos nucleares, levando até duas bombas ou combustível no compartimento interno e quatro pontos fixos sob as asas. Os aviônicos incluem sistemas de comunicação e navegação, acompanhamento de terreno, aquisição e ataque de alvos e sistemas de supressão de defesas.
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S-3A VIKING



Segundo o Grupo Jane’s, a Marinha dos EUA ofereceu, durante a XIV Feira Internacional do Ar e do Espaço (FIDAE 2006), que ocorreu em Santiago do Chile, enviar “de graça” aviões de patrulha anti-submarino Lockheed S-3 Vikingaos países do Cone Sul.
Os aviões oferecidos começarão a ser desativados em a partir do 2009.
Mais de cem aviões teriam sido oferecidos oficialmente de forma gratuita às marinhas do Brasil, Argentina, Peru e Chile.
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F-15c Eagle




O McDonnell Douglas F-15 Eagle é um caça táctico altamente manobrável, que pode operar sob todas as condições atmosféricas, que dota a USAF de superioridade no combate aéreo.
A superioridade do Eagle é conseguida na destreza e aceleração, alcance, armamento e aviónica. O F-15 dispõe de sistemas electrónicos e armamento para detectar, focar, perseguir e atacar aviões inimigos quer em espaço aéreo aliado ou inimigo. Os sistemas de armamento e controle de vôo foram desenhados para que uma única pessoa possa realizar combate ar-ar com segurança e eficácia.
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F-14A Tomcat


O F-14 Tomcat da Grumman foi um caça supersônico da Marinha dos EUA, de motor dual, com envergadura variável das asas de dois lugares. As missões principais destes aviões são de combate áereo, defesa aérea da frota naval e ataque de precisão contra alvos terrestres.
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A-4 D2 Skyhawk


O McDonnell Douglas A-4 Skyhawk é um avião de ataque naval especialmente desenvolvido para operar a partir de porta-aviões. Desenvolvido nos anos 1950 para a Marinha Americana, o pequeno, econômico, mas versátil Skyhawk continua em uso em diversas Forças Aéreas do mundo.
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Sukhoi Su-30MK




O caça russo de alta performance Sukhoi Su-30MK,exportado para a Índia e China, tem consistentemente vencido o F-15Cem uma série de combate simulados, afirmam representantes da U.S. Air Force e da indústria aeroespacial..


Em certas circunstâncias, o Su-30MK pode usar sua supermanobrabilidade; alcançada pelo empuxo vetorial de suas turbinas e velocidade para enganar o radar do F-15, disparar dois mísseis e escapar antes de o caça americano responder adequadamente. Isso é preocupante para oficiais da U.S. Air Force que tem acesso aos resultados dos extensos estudos de confronto entre vários aviões conduzidos em um complexo de simuladores de vôo.
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Panavia Tornado IDS







Panavia Tornado é uma família de caças bi-motor desenvolvido em conjunto pelo Reino Unido, Alemanha e Itália. Existem três versões primárias do Tornado:
  • Tornado IDS - versão de ataque á superficie;
  • Tornado ADV - versão de intercepção e e superioridade aérea;
  • Tornado ECR - versão de reconhecimento e de combate eletrônico
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